segunda-feira, 6 de fevereiro de 2006

Direitos Intelectuais e parcerias

Aí você faz uma canção com uma figura.
Fica lá horas criando uma harmonia, desenhando a linha melódica, pirando com a letra ( que é bem verdado, o outro fez 90 % dela). Mostra pra meio mundo esta canção como sendo uma parceria.
Aí o outro tira seus 9%, deixa uma única frase tua, muda a harmonia, faz um arranjo completamente diferente do anterior, mantêm o nome que foi dado àquela canção que era de dois e diz que é de um só, alegando que nada que ficou é teu, faz tipo um registro sem teu nome, nem a mínima citação. E fica assim.
Não sei se isso é certo.
Não sei se estou tendo um ataque de ego, como me foi dito entre dentes.
Mas não acho ético nem elegante.

Estou sendo egoísta?
Egocêntrica?
Pirracenta?
Possessiva?
Detalhista?
Chata?

Ou é de se achar estranho mesmo?????

7 comentários:

Lili Cheveux de Feu disse...

Um... acho que foi sacanagem alheia mesmo. Não deixa barato, colega! Dá barraco!

Ronaldo Faria disse...

É difícil saber dizer algo. Afinal, é cada um com seu cada qual. Eu não faria... Afinal, qual o problema de deixar um nome a mais na parceria? Mas a música vale a briga? Será gravada por mil intérpretes nacionais e internacionais? O melhor, acho, é nunca mais voltar a compor com esta parceria. Vivendo e aprendendo...
Ronaldo Faria

Claire disse...

Na hora do trabalho tudo bem divdir, dividir os louros é outra coisa... Não se encontram muitas pessoas hoje que queiram dividir os louros.

Bruno Ribeiro disse...

Deixa pra lá, mas faça uma música muito muito melhor do que aquela, e bote uma letra pra lá de irônica e filha da puta, e tire onde, e divulgue aos quatro ventos e se divirta. A tua diversão é a pior vingança.

Tatiana disse...

è..o negócio ér deixar pra lá mesmo.
e a canção não é essa coisa toda.
A indignação já passou.
Mas não morreu de vez.
Não faço é nunca mais música com o finado parceiro. Tenho dito!

pedro disse...

É sacanagem. Filha-da-putagem. Covardia e desgracisse.

Inventei metade dessas ofensas... Mas o desgraçado merece.

Só quem já teve o trabalho de compor tem uma vaga idéia do que você está passando.

Enfim, só te resta superar e ser melhor que isso.

Um beijão, e enfim, voltei ao bloguiverso!

quina vida disse...

as vezes passo por uisso no teatro tbm, moça. as vezes esta parceria não entende que , se dos 10% que contribuiu, ficou só 1%, este 1% justifica estar ali pela música inteira. se não fosse ele, a música não existiria. então, independente do que ficou depoois de coar, o trabalho é conjunto. sem você, ele teria este 1?

não minha amiga, você não está ficando louca não.