terça-feira, 8 de maio de 2007

briga de mãe com filho

Ruy Guerra deve ter escrito isso para o filho, depois que o tal rebento ficou de recuperação e não cumpriu o prometido.
Tenho certeza disso.

"Meu coração tem um sereno jeito
E as minhas mãos o golpe duro e presto
De tal maneira que, depois de feito
Desencontrado, eu mesmo me contesto

Se trago as mãos distantes do meu peito
É que há distância entre intenção e gesto
E se o meu coração nas mãos estreito
Me assombra a súbita impressão de incesto

Quando me encontro no calor da luta
Ostento a aguda empunhadura à proa
Mas o meu peito se desabotoa

E se a sentença se anuncia bruta
Mais que depressa a mão cega executa
Pois que senão o coração perdoa"

Porra, Matheus, tinha necessidade disso????

7 comentários:

Ronaldo Faria disse...

Muita calma nessa hora...
Cada um com seu cada qual. Filho é isso, mas dá-se um jeito.
Cuide-se.
Ronaldo Faria

Ana Paula disse...

Eita Matheus... sem dvds por eqto... e olha q eu to com uns aqui...hummmmmm
eu se fosse vc estudava.
:)

Clélia Riquino disse...

Tati,

Pra facilitar sua vida, escreverei neste post, mesmo...

Queria editar a gravação, que traz, na verdade, 3 canções, mas não consegui. Mas vale a pena ouvi-las... Esta mulher cantava muuuuuuuuuuito!!! (e as composições são ótimas!)

Bjo,
Clé

Faxineira das canções
Joyce


E quem me vê no palco tão serena
Tão segura e poderosa
Radiante de emoções
Não pode adivinhar o meu trabalho
Faxineira das canções

Camarim
Cartola &Hermínio Bello de Carvalho


No camarim as rosas vão murchando
E o contra-regra dá o último sinal
As luzes da platéia vão se amortecendo
E a orquestra ataca o acorde inicial
No camarim nem sempre há euforia
Artista de mim mesmo nem posso fracassar
Releio os bilhetes pregados no espelho
Me pedem que jamais eu deixe de cantar../..

Caminho lentamente e entro em contra-luz
E a garganta acende um verso sedutor
O corpo se agita e chove pelos olhos
E um aplauso escorre em cada refletor
Pisando esta ribalta, cantando pra vocês
De nada sinto falta, sou eu mais uma vez
As rosas vão murchar, mas outras nascerão
Cigarras sempre cantam, seja ou não verão

Refém da solidão
Baden Powell & Paulo César Pinheiro


Quem da solidão fez seu bem
Vai terminar seu refém
E a vida pára também
Não vai nem vem
Vira uma certa paz
Que não faz nem desfaz
Tornando as coisas banais
E o ser humano incapaz de prosseguir
Sem ter pra onde ir
Infelizmente eu nada fiz
Não fui feliz nem infeliz
Eu fui somente um aprendiz
Daquilo que eu não quis
Aprendiz de morrer
Mas pra aprender a morrer
Foi necessário viver
E eu vivi
Mas nunca descobri
Se essa vida existe
Ou essa gente é que insiste
Em dizer que é triste ou que é feliz
Vendo a vida passar
E essa vida é uma atriz
Que corta o bem na raiz
E faz do mal cicatriz
Vai ver até que essa vida é morte
E a morte é
A vida que se quer

claudia lyra disse...

Ai Deus... nem vou falar nada do meu primogênito... senão choro tudo de novo!

tali disse...

Eu ía partir em defesa ao Matheus... Mas, pensando bem, mudei de idéia... rs

Anônimo disse...

SABE...NUM ESQUENTA OU ELE APRENDE OU "VOCÊ APRENDE", O QUE PASSEI COM MEU MAIS VELHO FOI DE PIRAR, ERA ASIM: ELE ESTDAVA NUMA ESCOLA AQUI EM SAMPA QUE FICAVA EM MEIO A UMA FLORESTA E DEPOIS QUE SE PASSAVA DA PORTARIA AINDA SE CURTIA FLORS AO REDOR MAS...MEU PÃNICO ERA A TAL PORTARIA, AQUELA EM QUE ME PERGUNTAVAM... É A SRA A MÃE DO RAFAEL...AI QUE ÓDIO...E NO FIM AINDA É MUSICO, DEPOIS DE TER FEITO PSCOLOGIA NA PUCC, E AOS 15 IR ATÉ A BAHIA DE BIKE...OLHA MATHEUS VEM AI O DIA DAS MÃES VÊ SE DÁ SOSSSEGO E OS DVDS SOU EU A FORNECEDORA ENTÃO SE LIGA TÁ... BJ

Tatiana disse...

Tem horas que eu rezo por Sõ Herodes...
Filhos...puta merda...filhos são foda